| O rufia de volta |
10Nov2008 14:10:00 |
| Publicado por: Alfredo |
Um dia qualquer, Mark Twain, pouco tempo depois de acordar, provavelmente de ressaca, escreveu (mas parece que já o havia dito a alguém) que “as notícias da minha morte são manifestamente exageradas”. Ia começar assim este manifesto, coisa que acabei por fazer, pese a frase acima referida já ter figurado, inclusivamente, numa festa político/partidária, entre bifanas assadas e ruminantes de cepa duvidosa. Por isso, é só por isso, mantenho a citação, na esperança desmedida de ningué
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| Uma esmolinha para a cascatinha |
04Mar2008 23:00:00 |
| Publicado por: Alfredo |
Às vezes, não raro, apetece-me partir os cornos a alguém. Não o faço só porque sim. Mas apetece quando ouvimos falar da Escola, com letra grande, como se ela só existisse agora. Desta que temos, conheço-a bem. É igual à outra. Só que a malta estava habituada a subir às árvores, ir à fruta, jogar ao peão, correr atrás das gajas e elas atrás, com tempo para piscinas na rua direita, andar à porrada com os gajos de Barcelinhos, e ainda, ler uns l
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| Este país não é para ninguém |
29Fev2008 15:10:00 |
| Publicado por: Alfredo |
Parece que o pãozinho santo vai aumentar 500.000%, ou será perto. Deve. E nem um cigarrinho se pode fumar para comemorar, a não ser dentro de um bidão arejado. Ainda se vai fazer um big brother do bidão.
Este país arrumado a canto, apenas abre os olhos quando a merda lhe chega à barriga. E por pouco temp
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| Editorial Inútil |
06Fev2008 16:00:00 |
| Publicado por: Alfredo |
À boleia de alguns mais afoitos, acomoda-se este albergue blogue, em sentido figurado, ou quase. Por certo navegará à bolina em mares revisitados por outros. Passar-se-ão geografias e venturas de cariz virtualmente pessoal. Com vitupérios, ranhetas, Cossacos e Santos, por certo, na demanda de uma Senhora. Viagens, enciclopédias, ciclopes e pesadelos nocturnos. Suores frios e banhos Romanos, Turcos, Árabes e temáticos.
Folk e Lore com letra e música do próprio. Se subirmos, à direita, observamos alguns livros, folhetins, estampilhas, piões, selos, cromos, cornetas e vendettas. A seu lado, ainda no mesmo piso, mais um cabaré com livros, circo, BD e temperatura. E uma banda sonora imprópria.
Perde-se então o olhar num labirinto que já foi Grego, achando-se um espaço para edição e editoras, coisa séria que sai do corpo e prolonga-se na enxada. Mais ao fundo, já perdido na neblina, o nosso Barracuda, dois ou três templários, um corcunda e a pedra de uma belíssima catedral Gótica.
A oriente joga-se uma espécie de Pólo antigo com as cabeças dos nossos inimigos. Por todo o lado música, muita música, contos e fábulas que nos recordam um saguão. E uma roulote chamada Sandokan.
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